segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Niveis Tróficos

Nível trófico, também conhecido por nível alimentar, representa o conjunto biótico (animais e vegetais) que integra o mesmo ecossistema, e nesse possui semelhantes hábitos alimentares.

De acordo com a forma nutricional, os componentes bióticos são classificados em: autotrófico e heterotrófico.

Autotróficos → são aqueles que sintetizam o próprio alimento a partir da conversão da matéria inorgânica em matéria orgânica, na presença de energia solar. Exemplo: algas fotossintetizantes e os vegetais (folhas clorofiladas).

Teia alimentar

Geralmente os consumidores ocupam mais de um nível trófico, pois a oferta de alimentos pode variar dentro de um certo ecossistema. Com isso, várias cadeias podem se entrelaçar, formando uma teia alimentar. No exemplo a seguir, observe os diferentes níveis tróficos ocupados pelos animais, não esquecendo de verificar que o sentido da seta parte do ser que é comido para o que come.
Se pegarmos a galinha como exemplo, verificamos que ela ocupa diversos níveis tróficos: consumidor primário (segundo nível trófico), quando come as plantas; consumidor secundário (terceiro nível trófico), quando come o embuá; consumidor terciário (quarto nível trófico), quando come a aranha.

Observação: Na cadeia alimentar, a matéria tem fluxo cíclico e a energia apresenta fluxo unidirecional.


Uma cadeia alimentar pode ser formada por muitos elos de consumidores, dependendo da variedade de espécies que habitam o mesmo ecossistema. No entanto, raramente há mais do que cinco níveis tróficos numa mesma cadeia alimentar, pois os últimos elos recebem parcelas cada vez menores de energia.

Os herbívoros são considerados consumidores primários, pois sempre formam o segundo nível trófico. Já os carnívoros, sempre ocupam os níveis superiores, ou seja, dos consumidores secundários em diante.

Além dos produtores e consumidores, as cadeias alimentares são formadas pelos decompositores (principalmente bactérias e fungos). Esses organismos se alimentam dos que morreram, permitindo a reciclagem dos nutrientes minerais. Isso significa que as substâncias orgânicas que formam os seres vivos, como as proteínas, os carboidratos, os lipídios, os ácidos nucléicos, são transformadas em substâncias inorgânicas ou minerais e voltam a fazer parte dos produtores, reconstituindo os elementos químicos que compõem os seus corpos. A ação dos decompositores permite a fertilização do solo e também a reposição dos minerais nos ambientes aquáticos.


Eduardo Hotta  Turma 303

Ecologia Geral


Os principais ramos de estudo e pesquisa em que se divide a Ecologia são: Autoecologia, Demoecologia (Dinâmica das Populações), Sinecologia (Ecologia Comunitária), Agroecologia, Ecofisiologia (Ecologia Ambiental) e Macroecologia.
O conceito de ecologia Humana, é uma ligação entre os homens e o meio ambiente em que vivem, incluindo as condições naturais, as interações e os aspectos econômicos, psicológicos, sociais e culturais. A conservação do ambiente natural das diferentes espécies são conceitos de grande importância quando envolve as relações entre o homem e a biosfera.
Na disciplina de Ecologia são estudados os processos, as dinâmicas e as interações entre todos os seres vivos de um ecossistema. As interações ecológicas são caracterizadas pelo benefício de ambos os seres vivos (harmônicas) ou pelo prejuízo de um deles (desarmônicas) e podem ocorrer entre seres da mesma espécie (intraespecíficas) ou espécies diferentes (interespecíficas), vejamos um exemplo:

Relações intraespecíficas harmônicas: sociedade (organização de indivíduos da mesma espécie) e colônia (agrupamento de indivíduos da mesma espécie com graus de dependência entre si);

Relações intraespecíficas desarmônicas: canibalismo e competições intra- e interespecíficas (seleção natural). São relações entre espécies iguais, porém há um prejuízo para pelo menos um dos lados.

Iago Izidro  Turma 303

S.L.I na Feira Multicultural

Nós do grupo S.L.I, viemos presenciar um evento que teve aqui na Escola Luiz de Camões no sabado (22 de novembro), no qual teve muitos trabalhos interessantes ao longo da Feira.
O que mais nos chamou a atenção foi a ideia da turma 201, no qual cada grupo teve de fazer um livro , nos quais os nomes são :
Confissões de Adolescentes
Relacionamentos e Conflitos
The lesson
Manuscrito a respeito do capitão Kidd
A Jornada
Mundo dos Infectados
O Reino Encantado
Estrada da Vida
Poesias
Histórias de vida
Nós achamos as histórias muito boas em geral, mas gostamos de quatro histórias que nos chamaram mais a atenção, por causa da criatividade envolvida nas histórias
Mundo dos Infectados
The lesson
O Reino Encatado
Manuscrito a respeito do capitão Kidd

Ecologia

Ecologia é um ramo da Biologia que estuda asrelações entre os seres vivos e o meio ambiente onde vivem, bem como a influência que cada um exerce sobre o outro.

A palavra "Ökologie" deriva da junção dos termos gregos “oikos”, que significa “casa” e “logos”, que significa “estudo”. Foi criada pelo cientista alemão Ernst Haeckel para designar a ciência que estuda as relações entre seres vivos e meio ambiente. A princípio um termo científico de uso restrito, caiu na linguagem comum nos anos 1960, com os movimentos de caráter ambientalista.

Os principais ramos de estudo e pesquisa em que se divide a Ecologia são: Autoecologia, Demoecologia (Dinâmica das Populações), Sinecologia (Ecologia Comunitária), Agroecologia, Ecofisiologia (Ecologia Ambiental) e Macroecologia.

O conceito de Ecologia Humana designa o estudo científico das relações entre os homens e o meio ambiente, incluindo as condições naturais, as interações e os aspectos econômicos, psicológicos, sociais e culturais.

A preservação e conservação do ambiente natural das diferentes espécies são conceitos de grande importância quando envolve as relações entre o homem e a biosfera.

Paulo Henrique  Turma 303

O que levou os cientistas a pensarem que o Universo tenha tido um começo?

           


O telescópio Hubble, consegue captar a luz de estrelas que mostra como elas eram a bilhões de anos. Analisando a luz das estrelas, é possível saber a velocidade com que elas estão se afastando ou se aproximando de nós, sua composição química, idade, temperatura e massa, entre outros aspectos.

Os cientistas então descobriram algo inesperado: as galáxias estão se afastando da Terra!

Para você entender melhor o que está acontecendo, faça várias bolinhas de tinta com uma caneta sobre a borracha de uma bexiga (balão de aniversário) e comece a soprar. Veja o que acontece com a distância entre as marcas de tinta.

A análise da luz das estrelas mostra que as galáxias estão se afastando  uma das outras, assim como as marcas feitas na bexiga. Isso acontece porque o Universo, como a bexiga de nosso exemplo, está se expandindo.

Mas se eles está se expandindo, podemos concluir que, no passado as galáxias estavam mais próximas. Quanto mais voltarmos no tempo, mais próximas elas estavam.

Podemos supor, então um momento em que toda a matéria do Universo estava compactada em um único ponto, infinitamente comprida em temperaturas enormes. Foi então o que aconteceu o que os cietistas chamam de "a grande explosão" ou, em inglês, o big-bang. Era o início do Universo, que teria ocorrido há mais ou menos 15 bilhões de anos.

Depois da explosão, a temperatura inicial, que era de mais de um trilhão de graus Celsius, começou a diminuir, e os átomos como formam a matéria hoje, se originaram, a partir dos prótons, elétrons e outras partículas.

Primeiro, os átomos se agruparam em núvens de gases. Cerca de um bilhão de anos depois, as primeiras estrelas e galáxias surgiram.

                                   O Sistema Solar

O sistema solar é um conjunto de planetas, asteroides e cometas que giram ao redor do sol. Cada um se mantém em sua respectiva órbita em virtude da intensa força gravitacional exercida pelo astro, que possui massa muito maior que a de qualquer outro planeta.

Os corpos mais importantes do sistema solar são os oito planetas que giram ao redor do sol, descrevendo órbitas elípticas, isto é, órbitas semelhantes a circunferências ligeiramente excêntricas.

Origem do Sistema Solar

O sol e o Sistema Solar tiveram origem há 4,5 bilhões de anos a partir de uma nuvem de gás e poeira que girava ao redor de si mesma. Sob a ação de seu próprio peso, essa nuvem se achatou, transformando-se num disco, em cujo centro formou-se o sol. Dentro desse disco, iniciou-se um processo de aglomeração de materiais sólidos, que, ao sofrer colisões entre si, deram lugar a corpos cada vez maiores, os outros planetas.

A composição de tais aglomerados relacionava-se com a distância que havia entre eles e o sol. Longe do astro, onde a temperatura era muito baixa, os planetas possuem muito mais matéria gasosa do que sólida, é o caso de Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Os planetas perto dele, ao contrário, o gelo evaporou, restando apenas rochas e metais, é o caso de Mercúrio, Vênus, Terra e Marte.


                         Os componentes do Sistema Solar

                              O sol

O Sol é a fonte de energia que domina o sistema solar. Sua força gravitacional mantém os planetas em órbita e sua luz e calor tornam possível a vida na Terra. A Terra dista, em média, aproximadamente 150 milhões de quilômetros do Sol, distância percorrida pela luz em 8 minutos. Todas as demais estrelas estão localizadas em pontos muito mais distantes.

As observações científicas realizadas indicam que o Sol é uma estrela de luminosidade e tamanho médios, e que no céu existem incontáveis estrelas maiores e mais brilhantes, mas para nossa sorte, a luminosidade, tamanho e distância foram exatos para que o nosso planeta desenvolvesse formas de vida como a nossa.

O Sol possui 99,9% da matéria de todo o Sistema Solar. Isso significa que todos os demais astros do Sistema juntos somam apenas 0,1%.

                              Composição do Sol

O Sol é uma enorme esfera de gás incandescente composta essencialmente de hidrogênio e hélio, com um diâmetro de 1,4 milhões de quilômetros. O volume do Sol é tão grande que em seu interior caberiam mais de 1 milhão de planetas do tamanho do nosso. Para igualar seu diâmetro, seria necessário colocar 109 planetas como a Terra um ao lado do outro. No centro da estrela encontra-se o núcleo, cuja temperatura alcança os 15 milhões de graus centígrados e onde ocorre o processo de fusão nuclear por meio do qual o hidrogênio se transforma em hélio. Já na superfície a temperatura do Sol é de cerca de 6.000 graus Celsius.
                                                                      Mayara Oliveira dos Reis
                                                                             turma : 303

O que é biodiversidade?



Biodiversidade ou diversidade biológica é a diversidade da natureza viva. Desde 1986, o termo e conceito têm adquirido largo uso entre biólogos, ambientalistas, líderes políticos e cidadãos conscientizados no mundo todo.Este uso coincidiu com o aumento da preocupação com a extinção, observado nas últimas décadas do Século XX.

Refere-se à variedade de vida no planeta Terra, incluindo a variedade genética dentro das populações e espécies, a variedade de espécies da flora, da fauna, de fungos macroscópicos e de microrganismos, a variedade de funções ecológicas desempenhadas pelos organismos nos ecossistemas; e a variedade de comunidades, habitats e ecossistemas formados pelos organismos.

                          Quantas espécies existem no mundo?


Não se sabe quantas espécies vegetais e animais existem no mundo. As estimativas variam entre 10 e 50 milhões, mas até agora os cientistas classificaram e deram nome a somente 2 milhões de espécies. Entre os especialistas, o Brasil é considerado o país da "megadiversidade": aproximadamente 20% das espécies conhecidas no mundo estão aqui. É bastante divulgado, por exemplo, o potencial terapêutico das plantas da Amazônia.

Para entender o que é a biodiversidade, devemos considerar o termo em dois níveis diferentes: todas as formas de vida, assim como os genes contidos em cada indivíduo, e as inter-relações, ou ecossistemas, na qual a existência de uma espécie afeta diretamente muitas outras.

A diversidade biológica está presente em todo lugar: no meio dos desertos, nas tundras congeladas ou nas fontes de água sulfurosas. A diversidade genética possibilitou a adaptação da vida nos mais diversos pontos do planeta.

                      Quais as principais ameaças à biodiversidade?


A poluição, o uso excessivo dos recursos naturais, a expansão da fronteira agrícola em detrimento dos habitats naturais, a expansão urbana e industrial, tudo isso está levando muitas espécies vegetais e animais à extinção. A cada ano, aproximadamente 17 milhões de hectares de floresta tropical são desmatados. As estimativas sugerem que, se isso continuar, entre 5% e 10% das espécies que habitam as florestas tropicais poderão estar extintas dentro dos próximos 30 anos.

                                            Vírus

Os vírus são seres muito simples e pequenos (medem menos de 0,2 µm), formados basicamente por uma cápsula proteica envolvendo o material genético, que, dependendo do tipo de vírus, pode ser o DNA, RNA ou os dois juntos (citomegalovírus).
Das 1.739.600 espécies de seres vivos conhecidos, os vírus representam 3.600 espécies.

Vírus é uma partícula basicamente proteica que pode infectar organismos vivos. Vírus são parasitas obrigatórios do interior celular e isso significa que eles somente se reproduzem pela invasão e possessão do controle da maquinaria de auto-reprodução celular. O termo vírus geralmente refere-se às partículas que infectam eucariontes (organismos cujas células têm carioteca), enquanto o termo bacteriófago ou fago é utilizado para descrever aqueles que infectam procariontes (domínios bacteria e archaea).

Tipicamente, estas partículas carregam uma pequena quantidade de ácido nucleico (seja DNA ou RNA, ou os dois) sempre envolto por uma cápsula proteica denominada capsídeo. As proteínas que compõe o capsídeo são específicas para cada tipo de vírus. O capsídeo mais o ácido nucleico que ele envolve são denominados nucleocapsídeo. Alguns vírus são formados apenas pelo núcleo capsídeo, outros no entanto, possuem um envoltório ou envelope externo ao nucleocapsídeo. Esses vírus são denominados vírus encapsulados ou envelopados.
O envelope consiste principalmente em duas camadas de lipídios derivadas da membrana plasmática da célula hospedeira e em moléculas de proteínas virais, específicas para cada tipo de vírus, imersas nas camadas de lipídios.

São as moléculas de proteínas virais que determinam qual tipo de célula o vírus irá infectar. Geralmente, o grupo de células que um tipo de vírus infecta é bastante restrito. Existem vírus que infectam apenas bactérias, denominadas bacteriófagos, os que infectam apenas fungos, denominados micófagos; os que infectam as plantas e os que infectam os animais, denominados, respectivamente, vírus de plantas e vírus de animais.

Os vírus não são constituídos por células, embora dependam delas para a sua multiplicação. Alguns vírus possuem enzimas. Por exemplo o HIV tem a enzima Transcriptase reversa que faz com que o processo de Transcrição reversa seja realizado (formação de DNA a partir do RNA viral). Esse processo de se formar DNA a partir de RNA viral é denominado retrotranscrição, o que deu o nome retrovírus aos vírus que realizam esse processo. Os outros vírus que possuem DNA fazem o processo de transcrição (passagem da linguagem de DNA para RNA) e só depois a tradução. Estes últimos vírus são designados de adenovírus.

Vírus são parasitas intracelulares obrigatórios: a falta de hialoplasma e ribossomos impede que eles tenham metabolismo próprio. Assim, para executar o seu ciclo de vida, o vírus precisa de um ambiente que tenha esses componentes. Esse ambiente precisa ser o interior de uma célula que, contendo ribossomos e outras substâncias, efetuará a síntese das proteínas dos vírus e, simultaneamente, permitirá que ocorra a multiplicação do material genético viral.

Em muitos casos os vírus modificam o metabolismo da célula que parasitam, podendo provocar a sua degeneração e morte. Para isso, é preciso que o vírus inicialmente entre na célula: muitas vezes ele adere à parede da célula e "injeta" o seu material genético ou então entra na célula por englobamento - por um processo que lembra a fagocitose, a célula "engole" o vírus e o introduz no seu interior.

                                                                     Liana Dariva Martinez Risco.
                                                                                 turma : 303

Água, um problema pro futuro?



        Como todos vocês estão a par da situação aqui, pelo menos é oque acredito, estamos passando sobre uma das maiores faltas de água de nosso país e dos locais mais afetados, o Sudeste sem duvidas foi o mais. Para provar da situação critica que estamos falando, o reservatória da Cantareira, o maior reservatório da região está com níveis alarmantes, de 10 a 20% no máximo. (Entre outrosreservatórios , tem Alto tietê com menos de 10%, sendo o reservatório com mais falta de água).
Em Minas Gerais, outro estado da região sudeste, Também está tendo casos alarmantes com até situação de "racionamento" de água, no qual em alguns municipios é cortada e só volta no dia seguinte por algumas horas, um exemplo claro é Uberlândia , o reservatório Bom Jardim é responsável por 52% do abastecimento da cidade e toda a água que passa pelo local é tratada e consumida, de acordo com o diretor do Departamento Municipal de Água e Esgoto (DMAE), Orlando Resende, a situação é preocupante.Para finalizar, num ''futuro não tão distante'' provavelmente água vai ser um luxo para poucos, e aí sim, se não se conscientizarmos agora e economizar água, vamos ter um problema sem soluções, isso se der tempo de pelo menos ajudar.

Lucas Pereira   Turma 303